Consors - Compra e Venda de Consórcios

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Consórcio com contemplação imediata

A venda de consórcios vale para diversos tipos de empreendimentos como imóveis, automóveis e alguns outros. É nesse campo que os oportunistas se aproveitam. Por ser um negócio considerado seguro e de investimento a longo prazo – não é cobrado juros do cotista e ele participará de sorteios para ser contemplado do investimento –, muitas empresas acabam agindo de má fé com o consumidor.Foi isso que aconteceu com alguns consórcios de imóveis em São Paulo. A proposta era simples: vender consórcio contemplado de imóvel com 100% de garantia. O caso é de 2015, conforme abordou o G1 na época, mas acontece repentinamente e é preciso cuidado na hora de entrar nesse tipo de investimento.

Uma carta contemplada já passou por sorteio ou lance, nessa etapa o titular tem direito de receber o valor do contrato, utilizando para aquisição de um bem de sua escolha, como um imóvel. Tendo já conquistado o que almejava, o cotista pode vender essa carta de crédito, que é uma possibilidade válida.

Adquirir um consórcio é um negócio que enche os olhos, já que não são cobrados juros como em um financiamento, por isso muitas pessoas se envolvem neste negócio sem ter muito conhecimento de seu funcionamento.

Golpes são bastante comuns nesse setor

Embora seja possível desistir do projeto e deixando a carta em aberto, muitos negócios acabam se aproveitando disso para aplicar golpes. No segundo semestre de 2015 um caso chamou atenção do Ministério Público de São Paulo, a venda de cartas contempladas era destinada a imóveis, quando na realidade esse tipo de propaganda é proibido.

Segundo o G1, a empresa anunciava os consórcios em classificados online, tendo até mesmo escritórios para a negociação das compras. A proposta era de pagar determinado valor e assumir um número alto de parcelas para quitar essa dívida gerada pelo consórcio. Eles vendiam a carta garantindo que ela seria contemplada ainda naquele mês, mas os consórcios trabalham com lances e sorteios, então a garantia de contemplação era apenas uma possibilidade.

Esses casos são caracterizados como estelionato e também fere os direitos do consumidor. No entanto, vender consórcio contemplado não é ilegal, mas no regime de o que o comprador entrará em um novo investimento sem direito ao valor de contrato, como se fosse uma nova carteira.

De acordo com a Associação de Administradoras de Consórcio, ao vender um consórcio não deve haver a proposta de contemplação imediata, isso também é uma determinação do Banco Central. Quando a promessa for de adquirir o valor no ato do contrato, desconfie.

Para não cair no golpe

As regras da Associação são bastante claras em relação a este tipo de investimento. Os contratos para vender consórcio são permitidos, desde que o documento informe a necessidade de espera do sorteio ou lance, pois apenas dessa forma o cotista poderá ser contemplado.

No caso das fraudes, como o caso apresentado pelo G1, normalmente, as empresas vendem uma promessa e a garantia de que essa contemplação virá em pouco tempo, quando o período normal para esse serviço pode levar anos.

De acordo com a reportagem do G1, o que chamou atenção dos repórteres foi a diferente no contrato apresentado pelos estelionatários. No caso, o contrato vinha explicando sobre a necessidade de espera, mas trazia uma ‘particularidade’ que tornaria o processo mais rápido.

Quando posso desistir de um consórcio?

Quando posso desistir de um consórcio?

Ter um consórcio é uma opção viável para quem deseja adquirir um bem ou serviço à vista. O plano é bastante simples e consiste no pagamento de até 180 parcelas mensais, onde o cliente tem direito de participar de sorteios. Segundo o G1, esse negócio é um investimento a longo prazo e o valor não é dado imediatamente ao cliente. Caso queira acelerar esse processo, é possível adiantar as parcelas, isso é chamado de lance e quanto maior, mais chances de contemplação.

Acontece que é comum as pessoas desistirem desse plano, já que pode levar anos para ser sorteado. Uma pergunta que surge nesse meio é onde vender meu consórcio? Seja ele imobiliário, veicular ou para serviços, você pode desistir do plano a qualquer etapa e transferir a titularidade, isso por conta própria ou com o auxílio das administradoras.

De acordo com a Embracon, o cotista não pode ter nenhum tipo de pendencia caso queira vender o consórcio, isso vale por parcelas vencidas ou não pagas. Além disso, o consorciado precisará pagar uma taxa de transferência para a efetivação do negócio. A compra é permitida pela Associação Brasileira de Administradores de Consórcio (Abac).

Venda inspira cuidados por ambas as partes

Não são incomuns os casos de fraude nesse tipo de negócio. Se sua dúvida é onde vender meu consórcio, também deverá se atentar para quem está vendendo ou de quem irá compra-lo, se for estiver no lado oposto da situação.

No início deste ano, o G1 relatou o caso de um mecânico de Piracicaba, interior de São Paulo, acabou perdendo cerca de R$ 40 mil em um consórcio falso. Ainda de acordo com o portal, o anuncio por um carro com valor bem abaixo do mercado, foi feito na internet e toda a negociação com o mecânico foi feita via WhatsApp.

No caso, a empresa de faixada era uma espécie de consórcio e, estava vendendo aquela carta por um valor baixo porque precisavam do dinheiro. O caso relatado pelo G1 não é incomum, e costuma acontecer com certa frequência.

Nestas situações, algumas coisas devem ser consideradas antes de acordo. Como vender consórcio é permitido, a Abac orienta que o processo seja feito com uma administradora de confiança. Normalmente, agências bancárias e seguradoras trabalham com esse tipo de negócio, e terão cartas em andamento à venda, tornando o processo mais seguro.

De acordo com a Embracon, tanto o atual cotista como o interessado na compra deverão comparecer na administradora, com a documentação recomendada por ela. Assim eles irão assinar documentos para efetuar a transação, enquanto o comprador deverá arcar com uma taxa para efetivação do negócio.

A Abac, que regulamenta esse tipo de transação, orienta que as cartas de crédito com pendencias não podem ser transferidas. Para isso, segundo a Associação, o consorciado precisará quitar tudo que estiver em aberto antes de vender a carta.

Isso também vale para documentos necessários para a negociação. De acordo com a Abac, caso acha pendencias em relação a documentação, o processo só será continuado quando tudo for regularizado.

Consórcios tem crescimento nos últimos dois anos

Desde 2014 o negócio de consórcios tem aumentado de forma significativa, muito disso por conta da crise financeira que o país vem enfrentando. De acordo com reportagem do G1, o crescimento entre janeiro e novembro do ano passado foi de 41,5%, isso comparado aos números obtidos há dois anos. Quem mais disparou foi o setor imobiliário.

Diferente dos financiamentos, os consórcios não cobram juros, apenas uma taxa administrativa que tem um valor bem baixo se comparado aos juros cobrados pelo financiamento. O único ‘problema’ é que o bem não vai ser adquirido de imediato, já que os consórcios trabalham com a sorte e você dependerá dela para ser contemplado.

Por conta disso, é comum as pessoas desistirem no meu do caminho desse negócio, por não acharem vantajoso aguardar pelo valor de contrato. Uma dúvida muito comum apresentada pelos interessados é de como vender meu consórcio. Isso é uma possibilidade legal e pode ser feita a qualquer momento, inclusive na primeira parcela.

Como a opção cresceu muito ao longo desses últimos dois anos, é mais fácil encontrar consórcios à venda, já que os contemplados também acabam tentando passar para frente a carta.

Consórcio é vantajoso não apenas pela falta dos juros

Quando você contrata um consórcio ele pode ser usado para diversas finalidades, não apenas para compra de imóveis ou veículos, que é seu uso mais comum. Como vender consórcio também está se tornando uma prática frequente, vale a pena saber que é possível adquirir esse serviço para eventos, como um casamento, por exemplo.

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac) prevê que é permitido a utilização da quantia contratada para qualquer serviço, se o contrato for em relação a um serviço. No caso de um bem, o valor deverá ser destinado para isso.

Nos consórcios, segundo o G1, o produto não é levado imediatamente pelo cliente. Quando adquirido, o consorciado entra para um grupo e nesse sistema, participa mensalmente de um sorteio. Ainda de acordo com o site, esse sorteio funciona através da divisão do número de participantes, onde um acaba sendo contemplado com o valor do contrário, mas precisará ainda pagar o restando das parcelas.

Existe outra possibilidade, prevista pela Abac, o que é chamado de lance. Neste caso, o titular poderá adiantar suas prestações, caso tenha interesse, e assim pode fazer uma oferta mais, se ela for a maior ele leva o valor do contrato.

Como vender meu consórcio

Essa possibilidade existe e pode ser feita com a própria administradora em qualquer etapa do negócio. Você como titular pode desistir da carta de crédito no meio ou depois de ser contemplado, em ambos os casos, é uma forma prevista pela Abac.

No entanto, de acordo com o G1, se o cliente quiser desistir do negócio sem vendê-lo, terá que esperar por ser sorteado ou participar dos lances, caso queira reaver o dinheiro que foi investido. As administradoras não são autorizadas a devolverem o valor das taxas e como vender consórcio em andamento é permitido, deve-se avaliar o preço a ser cobrado na venda.

Consórcio imobiliário para ter a casa própria

A crise econômica que o Brasil vem passando tem influenciado bastante o sonho da casa própria. Com a taxa de desemprego cada vez mais alta, hoje girando em torno de 12%, e os financiamentos com juros altos e parcelas intermináveis, o brasileiro tem investido mais em planos de consórcios. Eles funcionam como um financiamento, mas não acarretam juros e age de forma coletiva. Mensalmente você pagará um determinado valor e poderá participar de sorteios ou dar lances para conseguir a contemplação da quantia contratada.

Diversas empresas trabalham com esse tipo de investimento, caso do banco Itaú e da Porto Seguro, que tem cartas de crédito com valores diferenciados e mensalidades com custos bem acessíveis ao consumidor. No caso do Itaú, por exemplo, o interessado consegue saber passo a passo do funcionamento e também simular um orçamento pelo próprio site, facilitando a pesquisa.

Vender consórcio imobiliário é uma ótima opção para as empresas, que auxiliam ao trabalhador a adquirir um bem próprio, muitas vezes a vista. Segundo o portal G1, esse tipo de investimento não precisa de entrada e também não trabalha com parcelas intermediarias, sendo uma opção bem viável para comprar o seu imóvel.

Liberação do FGTS pode te ajudar nos lances

Os valores de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), estão sendo liberados desde março pela Caixa Econômica Federal. O banco já permitia o uso do FGTS como valor para os lances do consórcio, mas esse benefício, até então retido, pode ser usado sem comprometer o que você tem a receber do seu trabalho atual, caso seja mandado embora, por exemplo.

Conforme a explica a Embracon, os cotistas podem usar o benefício tanto para pagar parcelas como para quitar o valor da carta de crédito, algo permitido também pela Caixa. Será necessário, claro, seguir algumas regras para utilização do FGTS como, por exemplo, ser registrado por no mínimo três anos pela mesma empresa ou por corporações diferentes.

Quando a empresa vai te vender um consórcio essa opção é apresenta, já que pode ser utilizada inclusive para os lances do investimento. Segunda a Embracon, o saque do benefício é ainda permitido para complementar a carta e assim poder adquirir um imóvel de valor maior do que o contratado.

A contratação é um processo simples

A aquisição de um consórcio exclui a necessidade avalistas e a comprovação de renda, que será cobrada para o financiamento. De acordo com matéria ao G1, especialistas explicam que existem várias opções de carta de crédito e número de parcelas, que podem chegar a 180 meses. Se ocorrer a contemplação, por sorteio ou lance, o consumidor pode utilizar o valor contratado para a compra do imóvel e assume as parcelas restantes.

Neste caso, é possível vender o consórcio, onde o comprador irá assumir as parcelas em aberto como titular e poderá participar da mesma forma dos sorteios. Vender consórcio imobiliário é um negócio legal, garantido pelas empresas, mas o consumidor deve ficar atendo a golpes. O ideal é adquirir com corporações que já trabalhem com esse serviço, como bancos e seguradoras, que torna a aquisição mais segura.

Venda de consórcio em andamento é legal e segura

Os planos de consórcio estão bastante visados nos últimos tempos, ainda mais com o país passando por uma crise financeira. Por não conter juros, os consórcios se diferenciam dos financiamentos e assim é possível adquirir bens sem precisar dar um valor de entrada, por exemplo. Os mais buscados são para compra de veículos e imóveis, onde o consumidor precisará apenas pagar uma quantidade determinada de parcelas para participar dos sorteios, também podendo fazer lances.

A contemplação, que é quando ocorre de o titular ser sorteado ou dar um lance maior, dá o direito do consorciado receber o valor contratado e assim adquirir o bem desejado. Ocorre que, pelas regras estabelecidas em contrato, ele ainda precisará quitar o restante das parcelas assumidas. Nesse cenário, muitos se perguntam sobre a possibilidade de vender esse consórcio, afinal já conseguiu o que queria.

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), explica que as empresas que trabalham com esse tipo de serviço, como bancos e seguradoras, podem repassar essa carta em andamento caso seja vontade do cliente.

Em reportagem do portal IG, é explicado que o consórcio pode ser repassado a outra pessoa, transferindo a titularidade do negócio e assumindo as parcelas que ainda restam.

Quando perguntado a administradoras se posso vender consórcio em andamento, elas são orientadas pela Abac a apresentar outras soluções. De acordo com a Associação, essa dúvida não surge apenas por clientes já contemplados, mas também por aqueles que estão tendo dificuldade no pagamento das parcelas, por exemplo.

Para isso, a Abac apresenta algumas soluções que podem ser adotadas pelas empresas, como solução aos consorciados. A diminuição do valor das parcelas ou do valor total do crédito são algumas das possibilidades. Também é possível aumentar o crédito, caso seu desejo seja adquirir um bem diferente do inicial e que, consequentemente, seja mais caro.

Antes de optar por vender seu consórcio, a Abac ainda recomenda que procure a administradora do crédito para avaliar todas as possibilidades, antes de se desfazer do negócio.

Abac dá outras recomendações sobre o consórcio

Além das dicas já citadas acima, a Associação apresenta uma série de outras recomendações para quem está se perguntando se ‘posso vender meu consórcio em andamento’. No caso de venda, a Abec explica que é a mesma pode ser feita pela própria administradora, caso ofereça esse tipo de negociação. Existe também a possibilidade da venda feita diretamente pelo consorciado.

Outra dica importante é em relação a negociação do valor. Neste caso, segundo a Associação, explica que não deve apenas ser considerado o percentual já pago do consórcio em relação ao bem, mas também o valor atual deste plano. Se o crédito tiver sido corrigido, por exemplo, o valor de mercado da sua carta pode ser superior do que já foi pago por ela.

A Abac ressalta que isso dá mais flexibilidade para as negociações e, por isso, deve contar com o apoio das administradoras se for possível. Nem sempre o consorciado saberá avaliar com precisão todos esses pontos, e acaba vendendo por um valor abaixo do que valeria a carta.

Veja os benefícios em comprar um consórcio em andamento

Em 2014, segundo a Associação Brasileira de Consórcio (Abac) mais de seis milhões de ativos participavam de carteiras de investimento por consórcio, número esse que teve um bom crescimento para os últimos anos. Esse serviço é bastante buscado pelo consumidor por não possuir juros, onde ele contribui com um valor mensal que é usado como investimento para adquirir algum bem no futuro. Só que existe a possibilidade de pegar o bonde andando e adquirir cotas já em andamento.

Para entrar no serviço dessa maneira são dadas duas possibilidades: a compra da carta de alguém que acabou desistindo do negócio ou adquirir uma cota diretamente com empresas que fazem esse tipo de intermediação, ambas com suas regras.

De acordo com o portal IG, esse sistema pode ser vendido a qualquer momento para outra pessoa, onde a titularidade da conta é transferida ao comprador que pode ter outras catas de investimento. Assim, no novo titular irá substituir o antigo no grupo, além de assumir sua responsabilidade de pagamento das parcelas que restam.

Como vender consórcio é uma operação legal, resta aos compradores alguns cuidados, principalmente jurídicos, já que golpes não são incomuns nesse tipo de transação.

Como vender um consórcio em andamento

Essa opção é dada aos participantes caso queiram desistir do negócio, sendo valida e aceita pelas empresas. Quem é cotista, de acordo com a Abec, pode vender essa carta a qualquer momento, ou por conta própria ou utilizando empresas especializadas nesse tipo de transação.

Nesta última opção, as empresas compram essa cota e revendem a terceiros, que assumem a responsabilidade do antigo titular. Para isso, as administradoras pedem ao vendedor o extrato da cota, que terá as informações sobre o consórcio, como o valor já quitado e o que resta a ser pago. Assim elas podem apresentar um valor para os interessados que depende de alguns fatores como, por exemplo, o grupo em que está inserido essa carta.

Se você não sabe como vender o consórcio, será necessário que ao menos 20% do valor da carta já esteja pago e que ainda não tenham sido contemplados, sendo este o único requisito para a vende segundo especialistas do portal IG. No caso de cartas contempladas, a negociação pode ocorrer desde a primeira parcela.

Especialistas alertam sobre fraudes

No caso de venda, pode ocorrer de o comprador morar em outro local, desta forma não poderão comparecer juntos a administradora que fará o processo de transferência. São casos como esses que acabam acarretando em golpes. Bastará apenas uma procuração do vendedor para que a transação seja realizada e esta deve ser analisada, para que as informações apresentadas sejam verdadeiras.

Nome dos pais, documentos pessoais, dados do grupo e a cota do consórcio serão mencionados nessa procuração, e esse processo é formalizado, normalmente, com um deposito em nome do titular.

Como vender consórcio em andamento é uma transação legal, para que ela se torne segura, é recomendado que esse serviço seja feito com o apoio de uma administradora, que auxiliará todas as etapas do processo.

Entenda os processos de venda e escolha a Consors

Para os consumidores que desejam economizar com juros, que não tem estabilidade financeira ou poupança ou até mesmo para quem não conseguiu o financiamento desejado nos bancos, os consórcios tem sido a melhor opção de negócios para a aquisição de um bem a médio e longo prazo. Isso porque eles aliam menores juros, com parcelas livres de juros mensais com a segurança de se ter alternativas em caso de interrupção do negócio em andamento.

A Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios tem demonstrado, em suas pesquisas, que o número de venda de consórcios no ano de 2016 vem crescendo cada vez mais, com recordes de vendas em julho, agosto e setembro desse ano. O que indica um reaquecimento da economia nesses setores, ao passo em que o consumidor ainda continua bastante cauteloso em seus compromissos financeiros, preferindo cessões de créditos mais seguras e flexíveis.

Como vender o consórcio com segurança?

Muitos consorciados, mesmo com cotas já contempladas, por motivos de restrições financeiras ou até mesmo mudança de planos, acabam por desistir da cota adquirida. Para essa situação, eles podem vender suas cotas a outra pessoa, transferindo sua titularidade, todos os benefícios e pendências da cota ao novo consorciado. Nesse caso, o valor da cota inclui todo o investimento já realizado somado a uma margem de lucro, dando ao consumidor o ressarcimento de todo o seu investimento e garantindo que ele não fique no prejuízo.

Normalmente essas cotas em andamento são compradas por pessoas que já tem uma reserva financeira e que não desejam esperar por todo o tempo de pagamento até que a sua cota seja contemplada. Dessa forma, a venda de consórcios contemplados é ainda mais atrativa a novos clientes e possui maior valor de mercado.

venda de consórcios é uma alternativa viável e bastante simples, uma vez que todo o processo burocrático é feito pela administradora do consórcio, porém, para que não venha a trazer prejuízos e problemas futuros, é preciso vender consórcios com segurança.

Existem empresas intermediadoras de consórcios, para as quais o consorciado vende a sua cota e elas encontrarão o cliente interessado. Essas empresas são legalizadas, porém, o Banco Central alerta para o fato de elas não serem regulamentadas pelo órgão, sendo passíveis de fraudes e transações mal executadas. Por outro lado, a opção da venda direta através de anúncios em classificados pode também atrair pessoas de má-fé que, passam-se por clientes para cometer fraudes ao consumidor.

Dessa forma, segundo recomendações do BC e da ABAC, o primeiro passo para saber como vender consórcios com segurança é verificar a procedência de clientes e empresas intercessoras, garantindo a sua genuidade e, no caso de venda direta, estar sob orientação jurídica, a fim de esclarecer todos os pontos concernentes. O BC ainda relembra que todo o processo de transferência de titulo é realizado apenas pela empresa Administradora do Consórcio em questão, que fará todas as análises e processos necessários. Dessa forma, não é preciso fornecer aos clientes informações detalhadas da cota ou do consorciado que não sejam necessárias para o processo inicial da negociação, protegendo assim, a integridade do consórcio e da pessoa física.

Venda de consórcios de veículos cresce no Brasil

Entre os meses de julho e agosto, a venda de consórcio para veículos leves apresentou um aumento recorde, alcançando 118 mil unidades negociadas no mês de agosto, enquanto em no mês de julho foram 82,5 mil. Por outro lado, em relação ao ano de 2015, o volume de cotas de consórcio vendidas até então ainda foi menor que o do ano anterior numa proporção de 0,4%. Segundo a ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios), essas informações apresentam análises valiosas sobre o comportamento do consumidor e as tendências de mercado.

A queda ínfima do número de consórcios em relação ao ano anterior demonstra que o consumidor está muito mais seletivo e estável na realização de negócios a médio e longo prazo. Esses cuidados adotados pelo consumidor são reflexo de um período de recessão em que o país está passando e que, a partir desse ano, começou a diminuir, porém, não o suficiente para que o consumidor se sinta seguro em realizar novos negócios. Essa tendência de retração vem diminuindo ao longo dos meses, apontando para resultados positivos para o futuro próximo.

Por outro lado, o aumento recorde da venda de cotas para veículos leves, os mais utilizados em centros urbanos, demonstra que esse mesmo consumidor que está mais seletivo tem dado preferência aos consórcios em vez de outras modalidades de negociação e cessão de créditos. Isso acontece porque os consórcios são as alternativas mais seguras e flexíveis em tempos de insegurança econômica.

A mesma situação tem acontecido com a venda de consórcio de caminhões, ônibus e outros veículos pesados. Segundo a ABAC, nos primeiros oito meses de 2016, o volume da venda de consórcios de caminhões ficou abaixo da média mensal em relação ao ano anterior, que era 4%, porém, nos últimos quatro meses, esse segmento reverteu e voltou a crescer, chegando a ficar 3,9 mil cotas negociadas acima da média mensal em agosto.

Todas essas informações apontam para o fato de que o mercado de produtos de alto valor está voltando a crescer e, em meio a esse reaquecimento, a venda de consórcios é a modalidade preferida do consumidor.

Quais são as vantagens da venda de consórcios?

O consumidor está preferindo comprar cotas de consórcios pelo fato de essa modalidade de crédito possuir menores mensalidades e oferecer maiores alternativas ao consumidor caso ele precise desistir da negociação no futuro, significando duas palavras valiosas: economia e segurança. Os baixos preços das mensalidades se dão pelo fato de as cotas não possuírem juros em suas mensalidades, sendo a contribuição mensal sempre a mesma e, caso em algum momento o consorciado precise desistir de seu negócio, seja por dificuldades financeiras, seja por mudança de planos, ele tem a opção de vender sua cota a outro titular, recuperando de volta todo o valor já investido, ou seja, no mínimo, não ficará no prejuízo.

Além dessas duas grandes vantagens, os sistemas de consórcios distribuem periodicamente cartas de crédito entre os consorciados, dando a eles a oportunidade de resgatar o bem consorciado antes do término do pagamento das parcelas.

Entenda seu perfil e verifique seus benefícios

O consórcio pode ser a melhor alternativa para muitos consumidores que querem comprar uma casa, um carro ou qualquer outro bem de maior valor, porém não conseguem entrar em um programa de financiamento com os bancos. A aquisição de um consórcio também pode compensar bastante para quem não tem pressa em ter esse novo bem. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, no ano de 2016, a venda de consórcios, mesmo ainda menor que no ano anterior, tem aumentado no país em relação a outras modalidades, indicando que é um sistema de negociação favorável aos tempos de crise econômica.

Quais são as vantagens e desvantagens dos consórcios?

A venda de consórcios funciona da seguinte maneira: todos os meses, um ou mais integrantes do grupo consorciado são contemplados com cartas de crédito por sorteio ou lance. Quem é contemplado poderá adquirir o bem antes do término do pagamento das parcelas. As parcelas do consórcio são estabelecidas em valor fixo da primeira a ultima, sem acréscimo de juros mensais, tornando essa modalidade mais econômica em longo prazo.

Caso o consorciado, em algum momento, desista de seu negócio, seja por dificuldades financeiras, seja por mudança de planos, ele poderá vender a sua cota a outra pessoa pelo preço já investido e até mesmo com uma margem de lucro, transferindo a titularidade e todos os benefícios ao futuro consorciado. Pode-se vender tanto cotas contempladas quanto cotas não contempladas e essas primeiras costumam ter índices de procura e valor maiores.

Por conta dessa segurança e economia em parcelas, a venda de consórcios de imóveis é a mais frequente no país, porém, nesse ano, ABAC ainda afirma que o número de consórcios de veículos leves tem crescido consideravelmente. Dessa maneira, o consórcio pode ser a saída para muita gente que não tem uma estabilidade financeira e busca alternativas que ofereçam maiores seguranças em caso de imprevistos.

Por outro lado, a desvantagem do consórcio é que não se pode saber quando o consorciado receberá a sua carta de crédito, sendo possível que ele não seja contemplado e tenha que esperar o término de todas as parcelas para adquirir o seu bem.

Quando o compensa fazer um consórcio?

A única instabilidade oferecida pelo consórcio é em relação a quando o titular receberá a sua carta de crédito, por isso, primeiramente, os consórcios compensam para pessoas que não tem tanta pressa em adquirir o seu bem e estão dispostas a esperar a médio e longo prazo.

É também uma excelente opção para pessoas que não tem renda fixa, o que dificulta fazer financiamentos que sempre virão a juros maiores. Por isso, se o consumidor não tiver uma economia ou segurança de emprego e renda pelos próximos anos, o consórcio oferece maiores flexibilidades, uma vez que a cota pode ser revendida em caso de dificuldades, sem trazer prejuízos ao consorciado. Nesses dois pontos, a venda de consórcios de imóveis é extremamente vantajosa, pois trata-se de um bem que possui diversos outros gastos além de sua aquisição e necessita de um planejamento e economia maiores.

O consórcio como aliado na concretização de sonhos

A participação de consórcios pode ser uma boa oportunidade de investimento a longo prazo. Muitas pessoas optam por esse tipo de transação financeira por não dispor da quantia necessária para comprar um bem, sendo que nessa modalidade não há a cobrança de juros, os consorciados geralmente pagam junto a mensalidade uma taxa de administração para as operadoras.

Os consórcios funcionam como uma comunidade que poupa coletivamente, a fim de conseguir adquirir bens materiais. É como se um grupo de pessoas fizessem um investimento mensal em uma poupança, por exemplo 100 pessoas pagando parcelas de R$1000,00 durante um período de 12 meses. No decorrer dos meses são realizados sorteios que contemplam um determinado número de pessoas para que as mesmas retirem o valor total da cota, também sendo possível realizar lances para conseguir retirar o valor total. A contemplação é uma forma de adiantamento, o cotista segue pagando as parcelas até findar o valor total da cota.

venda de consórcio pode ser realizada pelo próprio cotista ou por empresas autorizadas pelo Banco Central do Brasil. Um ponto de alerta para os consumidores são fraudes que ocorrem no setor, antes de realizar qualquer transação financeira deve-se verificar a procedência da empresa ou do negociador.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio ABAC, Paulo Roberto Rossi, o consumidor brasileiro está mudando os hábitos de consumo, preocupando-se mais com a importância de controle de gastos e considerando realizar consórcios para concluir a aquisição de bens. Ou seja, muitas pessoas estão começando a pensar em realizar um consórcio no lugar de realizar um financiamento para adquirir bens. Ainda com base nos dados fornecidos pela ABAC, o setor de consórcio prevê fechar o ano de 2016 com aumento, mesmo com a crise financeira que se instalou no país.

Venda de consórcio contemplado

Outra modalidade de aquisição de cotas é através da venda de consórcio contemplado, isso ocorre quando um cotista que foi contemplado, através de sorteio, para retirar o valor total do consórcio decide repassá-lo. Já existem no mercado empresas que trabalham dessa maneira. Geralmente elas atuam como intermediárias entre cotista e futuros consorciados, a empresa fica responsável por anunciar as cotas contempladas que estão à venda. Elas podem utilizar site próprio ou meios de comunicação como jornais, ainda cabe a elas angariar potenciais clientes.

A venda de consórcio já passou por períodos nebulosos, em que despertavam a desconfiança dos consumidores, pois algumas operadoras fraudulentas não entregavam o prêmio mesmo com o pagamento total. No início de 2016, um caso em Goias chamou a atenção pela ousadia do estelionatário, ele abordava as vítimas em shoppings da região e efetuava a venda de consórcios, no entanto não repassava os valores para a concessionária, chegando a desviar mensalidades e lances. O caso só veio à tona quando as vítimas descobriam a fraude ao entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor, que as informava que não estavam nos registros da instituição financeira.

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